“ESTAR FORA DO CORPO” O QUE SIGNIFICA?

ESTIMULANTES DEBATES DOS NOERGOLOGISTAS

Prof. Jacob Bettoni

Lembrando conceitos básicos de Análise Paradigmática

  • O DOUTOR CORINGA QUE EXPLICA TUDO: o progresso humano é gradual e cumulativo. Tal como o organismo com fome PRECISA COMER, o cérebro lógico PRECISA EXPLICAR. Quando não há uma explicação INTRAPARADIGMÁTICA disponível, o cérebro lógico explica com o artifício do CORINGA – que nada mais é do que um CONCEITO QUE TUDO EXPLICA: o éter, o fluido, o íncubo, o inconsciente, o transcendente, o espiritual, a consciência, o paranormal, o paradoxal, o extra-sensorial, o parapsicológico, o divino, o diabólico, o místico, a experiência fora do corpo, o túnel da morte, a expansão da consciência, o céu o interno, o limbo, o purgatório, a terceira dimensão, a quarta dimensão & Cia. Ltda.
  • O analista paradigmático bem treinado consegue com facilidade: a) identificar o conceito que desempenha a função de coringa; b) saber que o coringa sempre deixa tudo sem explicação; c) fazer o strip-tease do respectivo coringa; d) procurar localizar o fenômeno a que dito coringa se refere.
  • O CORINGA é uma CAIXA PRETA dentro da qual o Homem joga os conceitos que não consegue entender, cuja sede de saber foi aplicada com o próprio CORINGA. Os que fizeram o Curso de Pós-graduação em Noergologia lembram da invenção do OSMAR JARDIM: aquela enorme caixa preta dentro da qual estavam milhares de fenômenos “explicados????” durante séculos pelo CORINGAÇO DO INCONSCIENTE E DA CONSCIÊNCIA. Abrimos a caixa preta e lá encontramos escondidos atrás do coringa “inconsciente – consciência” fenômenos como: noergia, noeróbica, megane, ideoplasia, percepção, imaginação, etc.
  • Nosso desafio hoje é abrir a caixa preta do coringa místico: “SAIR FORA DO CORPO”. Faremos isso na próxima mensagem.
  • Vamos retreinar: a) a primeira lição que aprendemos abrindo caixas pretas dos coringas pretéritos é que: o coringa nada explica, pelo contrário deixa tudo sem explicação. O coringa é apenas um mitigador da sede de saber. É análogo ao placebo: pensamos que entendemos algo que deixamos completamente sem qualquer explicação; b) a segunda lição é que fazendo o strip-tease do CORINGA vamos sempre encontrar uma ninhada de fenômenos inexplicados. Assim, atrás do coringa ÉTER, a Física encontrou centenas de partículas subatômicas; atrás do coringa INCONSCIENTE, a Noergologia encontrou centenas de fenômenos noérgicos; c) atrás do coringa “FORA DO CORPO” a Noergologia encontra o fenômeno da ALFAGENIA, um estado cerebral comandado com o pensamento, que desliga centenas de sinapses cerebrais e respectivas conexões corporais; d) para atingir este estado, meu amigo Psicólogo Pierre Weill foi viver cinco anos em mosteiros tibetanos; e) os monges budistas demoram mais da metade de toda a sua existência para começarem a compreender os misteriosos caminhos da meditação; f) os cientistas americanos investiram milhões de dólares para descobrir que pensamento programa o cérebro, o qual programa todas as conexões corporais; g) Os Noergologistas foram abrindo as caixas pretas que eram misteriosas para o paradigma mecanicista. Porém, bastou trocar as lentes mecanicistas por límpidas lentes noergológicas que descobrimos a ALFAGENIA; h) compreendemos a alfagenia; i) não precisamos mais de 20 anos para replicar a alfagenia; j) precisamos apenas de TRÊS MINUTOS para atingir o clímax do estado alfagênico, bastando para isso praticar cinco procedimentos muito simples: 1. Sentar; 2. Soltar as mãos sobre os joelhos; 3. Fechar os olhos. 4. Respirar fundo e devagar. 5. Com os olhos fechados procurar olhar para o centro posterior do cérebro. 6. Soltar todos os músculos. 7.continuar olhando com os olhos fechados na direção posterior do córtex visual. 8. Esta condição é propícia para criações de criações perceptivas noérgicas, inclusive à criações noérgicas análogas ao túnel da morte, como pesquisado pela NASA usando aviadores em simuladores de vôos supersônicos. Anote: são criações noérgicas cujo limite é a ausência de limite.
  • Nunca esqueça: nossa missão não é apenas compreender e explicar. É replicar.
  • O estado alfagênico que Noergologistas sabem criar em três minutos é também altamente benéfico ao sistema imune.

Acenda esta idéia: respeite o sol, apagando o farol


  • PREJUÍZOS PROVOCADOS PELO USO INDISCRIMINADO DOS FARÓIS
    Aumenta temerariamente a queima de combustívei
  • Aumenta o risco de acidente para os motoqueiros: apenas motos e ônibus com faróis acesos e todo o restante da frota com faróis apagados, garante proteção seletiva em função da “lei da Atenção ao Estímulo Mutante de Muller”. Porém, toda a frota com faróis diurnos acesos inutiliza a “proteção da Lei de Muller”. Não é sem razão que foram os motoqueiros que barraram o uso dos faróis diurnos abusivos na França;
  • Aumenta risco de acidentes noturnos decorrentes de baixa luminosidade produzida por faróis cujo teor de luminância foi gasto acriticamente sob luz solar tropical e que não foram trocados em média a cada 500h de uso;
  • Além da poluição atmosférica, provocam também poluição luminosa afetando diretamente o cérebro, isso porque não enxergamos com os olhos, enxergamos com o cérebro.
  •  Eleva o limiar visual mínimo o que aumenta o estresse, com todas as suas seqüelas negativas para a saúde e para o desempenho do motorista no trânsito;
  •  O aumento contínuo do limiar visual produzido pelo farol diurno em clima tropical está na contramão do consagrado princípio perceptivo: a percepção se otimiza com o estímulo mediano e se deteriora com a overdose estimular, estabelecendo a diferença entre degustação e porre; música e poluição sonora; proteção e poluição visual;
  •  Cronaxia provocada por faróis sobrepostos ao sol nascente, com carros trafegando para leste no início do dia; e ao sol poente, com carros trafegando para oeste no final do dia provocará perigosos momentos de cegueira cronáxica cerebral e grave estresse deteriorando a qualidade de vida do motorista.
  •  Punem o motorista que deve arcar com os prejuízos decorrentes do aumento de consumo de combustível e da troca de eletro implementos desgastados imperdoavelmente pelo uso diurno em clima tropical.
  •  Faróis diurnos abusivos foram condenados como perversa poluição luminosa pelo plenário do XV EPEA e do XVI EPEA (Encontro de Entidades Ambientalistas Paranaenses), pela 2ª Conferência Nacional do ministério do meio ambiente.
  •  Por isso o Artigo 40 do CBT deve ser preservado: faróis são usados de noite e de dia sob neblina, tempestades e túneis. Fora disso, devem ser proibidos, permanecendo para uso exclusivo de motos e ônibus, como prevê o PL 6777/2006, o único projeto dessa área que não cedeu às tentações argentárias e por isso mesmo o único, até agora, inteligente, honesto e respeitoso com os direitos e com a inteligência do cidadão.

PREJUÍZOS DOS FARÓIS INDISCRIMINADOS SEGUNDO A NATIONAL MOTORISTS ASSOCIATION – EEUU
1. O uso do farol noturno durante o dia é proibido em todos os países evoluídos, nos quais é permitido apenas o DRL. Enquanto no Brasil alguns retardatários defendem o uso do velho farol noturno durante o dia, nos EEUU motoristas se organizam para pedir a proibição do próprio farol diurno, do DRL dispositivo de baixa intensidade luminosa próprio para uso diurno em países cujas condições atmosféricas exigem tal medida, o que não é o caso do Brasil.
2. Para se protegerem contra a poluição ocasionada pela luz diurna do DRL, motoristas estão usando óculos de sol até em dias de chuva e configurando o retrovisor para a posição noturna;
3. Os DRL estão dificultando a visão dos sinais de trânsito e placas de sinalização;
4. O incômodo provocado pela luz do DRL está distraindo o motorista ao invés de aumentar a visibilidade;
5. O DRL mascara outros usuários das rodovias como pedestres, trabalhadores, ciclistas e animais a beira da pista;
6. O DRL elimina a vantagem da proteção luminosa que o motociclista tem quando os demais veículos usam faróis apagados;
7. Altera e distorce a percepção de distância, aumentando os riscos de acidentes por distorção perceptiva – uma descoberta do brasileiro prof. José silva;
8. Reduz a visibilidade e o “destaque” dado aos veículos de emergência, bombeiros, ambulâncias, caminhões com combustível.
9. O farol diurno, até mesmo do DRL que é mais fraco que o farol convencional, provoca um triplo prejuízo: pune o motorista usuário, o motorista que vem em sentido contrário ou está na frente e a sociedade como um todo: a) o motorista usuário é punido com o aumento de despesas de combustível e manutenção do sistema elétrico; b) o motorista à frente ou em sentido contrário é punido com a poluição luminosa da luz diurna e suas seqüelas; c) a sociedade é punida por um considerável aumento total de combustível estimado em U$600 milhões de dólares anuais só nos EEUU; d) o preço mais elevado é pago pelos animais humanos ou não que são fulminados por duas poluições interdependentes: i – a poluição luminosa que prejudica a curto, médio e longo prazo pessoas, motoristas, pedestres e animais atingidos com luz artificial diurna, o que é contra a natureza que evoluiu milhões de anos preparando-os para contemplar luz natural; II – mas, além disso, o uso “criminoso” de luz diurna desnecessária joga oito bilhões de libras de dióxido de carbono a mais na atmosfera.
10. Assim, a National Motorists Association faz uma petição solicitando que o DRL automático seja banido e que o motorista deixe de ser considerado legalmente cego.
O CRIME AMBIENTAL DOS FARÓIS ABUSIVOS
“Gerações futuras têm o direito a uma Terra sem poluição e destruição inclusive o direito a um céu limpo.” Carta da UNESCO de 1994.

O QUE AS DESCOBERTAS DA CIÊNCIA PERCEPTIVA RECOMENDAM PARA GARANTIR SEGURANÇA AO TRÂNSITO, MANTENDO O BEM ESTAR DO MOTORISTA E EVITANDO OS EFEITOS COLATERAIS DOS FARÓIS INDISCRIMINADOS?

I – substituir a visão fragmentária do farol descontextualizado pela sistêmica com ênfase no sujeito perceptivo; II – Inverter prioridade trazendo o Homem de volta para o primeiro plano, fazendo com que farol e transito estejam a serviço do Homem e não mais o contrário como vem sendo equivocadamente feito; III – Avaliar sistemicamente os efeitos colaterais do uso indiscriminado e anticientífico dos faróis como a poluição luminosa e a poluição atmosférica; IV – Restringir o uso do farol ao que já determina o artigo 40 do CTB, exigindo obediência estritamente ao que a ciência perceptiva recomenda: toda a frota com faróis baixos só em túneis, neblina e intempéries. Fora disso ficam apagados, o que garante a proteção da Lei de Muller para motos e ônibus, que usam o farol diurno com exclusividade; V – Proibir o uso anticientífico dos faróis diminuindo assim os riscos da perda do estímulo mutante por parte dos motoqueiros, dos acidentes ocasionados por cronaxia, ou seja, cegueira momentânea gerada por estímulos luminosos de faróis artificiais e sobrepostos à luz do sol quase na horizontal nas viagens para o oeste no final do dia ou para leste no início da manhã; de acidentes provocados por aumento de distorção perceptiva decorrentes da luz artificial sobreposta à luz do sol; de acidentes provocados pelo estresse gerado pela agressão da luz artificial no sistema visual e de acidentes noturnos gerado por faróis cujo teor de luminosidade foi esbanjado insensatamente à luz do sol, mas não foi trocado ao final do seu ciclo de luminância útil; VI – Criar cartilhas educativas do correto uso do farol, sempre obedecendo à Teoria da Relatividade Perceptiva, evitando o uso indiscriminado do farol, divulgando as leis perceptivas básicas, popularizando conceitos de distorção perceptiva nas ultrapassagens, de permanência mnésica visual no crepúsculo, etc. medidas que certamente aumentarão a efetiva segurança no trânsito, sem provocar efeitos colaterais e expurgando definitivamente interesses lobistas da pesquisa científica pura sobre mecanismos perceptivos do sistema mente-cérebro.
ACENDA ESTA IDÉIA: RESPEITE O SOL, APAGANDO O FAROL!

Cuidado com farol aceso de dia: ele agride diretamente a natureza humana preparada para a luz natural diurna e não para a luz artificial. Reflita no alerta do Dr. Bock: “a exposição aos ciclos naturais de luz resulta da evolução de milhões de anos e o Homem não pode interferir nesse mecanismo impunemente. Podemos enganar pessoas, mas não nosso organismo”. Farol veicular diurno também envenena a atmosfera com dióxido de carbono. Provoca prejuízos vários para o motorista e para a sociedade. E nos priva cada do prazer tão gostoso de simplesmente contemplar o mundo natural. Priva-nos do “direito ao ambiente natural”, que nos está assegurado pela carta da UNESCO de 1994 e pela Carta da Terra.

 
QUE PARÂMETROS TÉCNICOS FORAM UTILIZADOS PARA CLASSIFICAR O FAROL DIURNO INDISCRIMINADO COMO POLUIÇÃO LUMINOSA?

Em 1967, o então Conselho Europeu definiu os parâmetros básicos para configurar o que é e o que não é poluição. Desde então, adota-se o critério de definir como poluidor todo e qualquer elemento ou estímulo artificial adicionado ao ambiente natural que se encaixa em apenas um dos três parâmetros internacionais a seguir: 1. Produza algum incômodo ou mal estar nos seres vivos; 2. E/ou esteja em desacordo com a ciência do momento; 3. E/ou seja, suscetível de provocar algum efeito nocivo. Foi dentro desses parâmetros que surgiu em 1970 o conceito de poluição sonora e em 1997 adotou-se em Copenhague o conceito de poluição luminosa.
ENTÃO O FAROL, QUANDO USADO NO CORRETO MODO INTELIGENTE, NÃO PROVOCA POLUIÇÃO LUMINOSA? – R – Isso mesmo, já que o modo inteligente está em conformidade com a Científica da Relatividade Perceptiva de Hoffding e à Teoria Geral da Relatividade de Einstein.
O FAROL, QUANDO USADO NO MODO INDISCRIMINADO OU MECANICISTA, PREENCHE OS PARÂMETROS NECESSÁRIOS PARA CONFIGURÁ-LO COMO POLUIÇÃO LUMINOSA? R – Efetivamente o uso do farol no MODO INDISCRIMINADO recebe o carimbo de poluição luminosa porque se encaixa nos três parâmetros tradicionais aferidores da poluição: a) incomoda animais humanos e não humanos; b) interfere nos mecanismos cerebrais evoluídos para contemplar luz reflexa natural durante o dia e não luz artificial; c) é suscetível de afetar a saúde e o bem estar; d) trafega na contramão de todas as descobertas científicas de vanguarda sobre os mecanismos perceptivos do sistema mente-cérebro, furando até mesmo o sinal vermelho da conhecidíssima teoria da relatividade perceptiva.
QUE OUTROS PARÂMETROS CONSOLIDAM O MODO INDISCRIMINADO DOS FARÓIS COMO POLUIÇÃO? (R – 1) A Constituição Federal protege o cidadão contra a degradação ambiental, sendo nesse ponto explícita: Art. 23 É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios: VI – proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas. Art.24 Compete a União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: VI – florestas, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa o solo e dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e controle da poluição; VIII responsabilidade por dano ao meio ambiente, ao consumidor a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico; 2) A Constituição Federal também protege o cidadão contra a campanha enganosa do uso dos faróis indiscriminados, quando no seu artigo 205 diz “a educação é direito de todos”. Como o uso indiscriminado dos faróis colide frontalmente com as descobertas científicas dos mecanismos perceptivos, colide também e ipso facto com o artigo 205 da Constituição Federal; 3) “O artigo 225 trata do meio ambiente e diz que compete ao Poder Público e à Coletividade “promover a educação ambiental” (inciso VI); e no Inciso VII parágrafo 3” as condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores, pessoas físicas ou jurídicas a sanções penais e administrativas independentemente da Obrigação DE REPARAR OS DANOS CAUSADOS”; 4) O princípio básico da ecologia: Prefira sempre o que é natural. Só use o artificial quando estritamente insubstituível; 5) O combate à poluição luminosa é uma militância ecológica que não se exaure na luta contra os faróis indiscriminados e abusivos, ela abrange também o uso indiscriminado das luzes artificiais noturnas. Acenda esta idéia: respeite o sol, apagando o farol; 6) Faróis no MODO INDISCRIMINADOS foram condenados como perversa poluição luminosa pela unanimidade do plenário do xv EPEA (Encontro de Entidades Ambientalistas Paranaenses) e da 2ª Conferência Nacional do ministério do meio ambiente; 7) A carta da Terra garante a todo ser humano direito ao ambiente natural; 8) A carta da UNESCO de 1994 garante “o direito a uma Terra sem poluição e destruição inclusive o direito a um céu limpo”.

Revolução Sexual

FREUD NÃO REVOLUCIONOU, MAS PLAGIOU  AO EXPLICAR A MENTE PELO SEXO

ouça a palestra  GENEALOGIA DO AXIOMA DA ENERGIA INVASORA, enquanto lê o artigo abaixo.

 A partir de Hipócrates, o Pai da Medicina, o sexo ficou consagrado como a única matriz energética capaz de prover a energia do pensamento. No Século III AC. Foi ele quem lançou a explicação clássica da histeria como distúrbios do pensamento e do comportamento decorrentes da locomoção fisiológica do útero.

  Ler mais

Nem doente mental, nem possesso incubal – apenas MEGATLETA

COMUNICADO CIENTÍFICO DO INSTITUTO DE NOERGOLOGIA

AUTOR – Noergologista Jacob Bettoni
TÍTULO MEGATLETA,  ATLETA MEGANÉRGICO, NÃO DOENTE MENTAL.

PALAVRAS-CHAVE E KEY WORDS atleta meganérgico, memória meganérgica ou megane, PPP – paradigma do passivismo psíquico, Noergologia, teoria, práxis, psiatrogenia, depuração semântica, doença mental (DM) ou psicopatia, doença neural ou neuropatia

Ler mais

Comportamento violento

COMO TREINAR COMPORTAMENTO VIOLENTO – A mente assassina
COMPORTAMENTO VIOLENTO É EFICIENTE E NÃO DEFICIENTE: Comportamentos eficientes tais como assassinatos brutais ou atos de terrorismo exigem para a sua boa execução memórias de alta qualidade – meganes – e não memórias de péssima qualidade (reprimidas) como imaginava o velho PPP – Paradigma do Passivismo Psíquico, que enxergava o Homem de cabeça para baixo. Ler mais