Comportamento violento

COMO TREINAR COMPORTAMENTO VIOLENTO – A mente assassina
COMPORTAMENTO VIOLENTO É EFICIENTE E NÃO DEFICIENTE: Comportamentos eficientes tais como assassinatos brutais ou atos de terrorismo exigem para a sua boa execução memórias de alta qualidade – meganes – e não memórias de péssima qualidade (reprimidas) como imaginava o velho PPP – Paradigma do Passivismo Psíquico, que enxergava o Homem de cabeça para baixo. Aqui não está em jogo o julgamento do comportamento violento, mas apenas o seu mecanismo noérgico. E é importante frisar que a melhor maneira de prevenir o comportamento violento é conhecê-lo, até porque o velho PPP treinava o comportamento violento quando pensava que o estava aplacando na utopia projetiva.
INTRODUÇÃO: periodicamente surgem os assassinos em série, estupradores, assassinatos que fogem à lógica da violência institucionalizada (guerra), legítima (autodefesa) ou tolerada. Para comportamentos violentos não oficializados ou não legitimados pela hipocrisia social e política, ou seja, pelas leis explícitas vigentes, surgem os sábios de plantão dando as eternas explicações pelas Leis Tácitas.
Como tal visão é inteiramente equivocada, distorcida eles não chegam a lugar algum pelo caminho da psicopatologia. Noergologia elucida e esclarece que tais assassinatos são cometidos por seres humanos intencionais, dotados de mente ativa e criadora e com grande capacidade imagética criadora das meganes necessárias para a concretização comportamental de tais atos de barbárie.
A condição primordial para que alguém execute fisicamente os assassinatos seriais é o anterior e insubstituível treino imagético. Ou seja, antes de matar objetivamente com balas físicas a primeira vítima com um único tiro, o serial kilder precisa matar centenas e milhares de vezes no seu campo de treinamento de tiro virtual, na sua fantasia, na sua imaginação ativa e criadora. Num segundo momento o assassino, após disparar centenas de tiros virtuais imagéticos finalmente consegue inserir esse objetivo na forma de uma memória altamente carregada de noergia, agora fortalecida, expandida e registrada em estruturas neurais: pronto, agora finalmente está criada a megane do ato comportamental violento, a qual é matéria prima para o assasinato comportamental. O ato físico em si do assassinato, do tiro real é mera conseqüência, inevitável e indissociável do treino imagético e da criação imagética da respectiva memória meganérgica.
Todavia os militantes do PPP, como o psiquiatra americano Jonathan Pincus continuam acreditando em superstições sobre o mecanismo da mente, afirmando sem qualquer pudor ou vergonha que o assassino frio é fruto de doenças mentais, danos neurológicos e abuso infantil. Nada mais enganoso: doentes neurais são incapazes de criar tais meganes com igual eficácia. Apenas pessoas muito saudáveis, em perfeita saúde física, neural e excelente capacidade criadora mental tem a capacidade de praticar atos típicos de atletas meganérgicos, como assassinatos em série sem qualquer outro motivo, a não ser a execução do potencial noérgico contido na respectiva megane.
Veja a avaliação do próprio Pincus sobre Joel Rifkin que matou 16 prostitutas em Nova York. Ele matou a primeira quando tinha 32 anos e agora está preso. Ele nunca havia sido violento antes, embora houvesse pensado em matar pessoas durante um bom tempo. Mas você não pode punir pessoas por suas fantasias. É muito estranha esta conclusão do Pincus, porque o PPP já pune pessoas por suas fantasias toda vez que emite diagnóstico desfavorável aferido a partir de quaisquer técnicas projetivas.
MEGANES
MEMÓRIA é noergia potencial armazenada em estruturas neurais. NOERGIA é a energia específica do pensamento levando em conta a interface cérebro-mente. Pesquisas recentes conseguiram finalmente estabelecer que a grande processadora das MEMÓRIAS A LONGO PRAZO, particularmente das MEMÓRIAS ALTAMENTE CARREGADAS DE NOERGIA – MEMÓRIAS MEGANÉRGICAS OU MEGANES, são programadas pela IMAGINAÇÃO. Cursos de memorização nada mais fazem do que treinar como direcionar a imaginação na criação de memórias de longo prazo de boa qualidade.
Por outro lado a Psicóloga Elizabeth loftus, uma das maiores pesquisadoras da memória chegou a duas conclusões: a) a teoria da repressão dizendo que comportamentos e pensamentos significativos são acionados por memórias reprimidas e ocultas nesses comportamentos são uma falácia: b) terapias baseadas no mito da repressão terminam criando memórias verdadeiras de acontecimentos falsos, de fatos que jamais ocorreram, aumentando significativamente o sofrimento dos pacientes da psicoterapia psicanalítica, a causa principal das chamadas psicoterapias longas.
Pesquisas de ponta mostram que os comportamentos e pensamentos significativos são acionados por arquivos de memória que se exprimem em tais comportamentos, memórias altamente carregadas de noergia, ou memórias meganérgicas. MEGANES são criadas com imaginação, repetição, motivação, emoção, treino mental com fantasia, com imaginação.
ALFAGENIA
ALFAGENIA, descoberta na década de setenta, é algo tão importante para a Psicologia quanto a descoberta do fogo, do laser, e da energia atômica para a Física. ALFAGENIA é a capacidade que todos os seres humanos possuem de controlar com o pensamento, especialmente com a imaginação a intensidade e amplitude da neuroeletricidade. Quando em atividade normal, em nosso cérebro há o predomínio de ondas Beta. Quando relaxamos, assistimos televisão ou antes de dormir produzimos ondas Alfa.
Gravamos muito melhor o arquivo de memória quando estamos em alfa do que quando em Beta. Quando assistimos na televisão cenas de violência nosso cérebro está em sintonia fina e altamente propício à aprendizagem daquelas cenas de violência e de outras suscitadas pela imaginação.
Foi extraordinário constatar que a criança até os sete anos apresenta PREDOMÍNIO DE ALFA, donde sua enorme facilidade de aprendizado. Está também hoje estabelecido com precisão que a atividade lúdica de filhotes humanos ou não é um treino alegre para a vida adulta, e sob hipótese nenhuma catarse. A Etologia deixou isso claro de forma irretorquível: filhotes de cachorros brincam de disputar osso, filhos de leões brincam de rituais de luta, filhotes de cavalo brincam de corrida, filhotes de passarinho brincam de pequenos vôos.
Então nossa querida criancinha começa o seu treino para o comportamento violento quando vai assistir desenho animado mostrando uma média de VINTE CENAS DE VIOLÊNCIA POR HORA.
Num segundo momento ela vai brincar e algum psicólogo passivista vai aconselhar os pais a entregar armas para que a criança DESCARREGUE SUA AGRESSIVIDADE. Como a criança não mora na República Platônica de Siracusa mas no mundo real, ao invés de descarregar agressividade platônica, treina comportamento violento com arma. Domador de circo sabe que o animal executa o comportamento para o qual foi treinado: psicólogo passivista não sabe disso, especialmente psicanalistas. Graças a Deus há hoje um movimento mundial contra essa cegueira perceptiva da Psicanálise: está consagrado o DIA 18 DE OUTUBRO como DIA MUNDIAL DO DESARMAMENTO INFANTIL.
É extraordinária a eficácia do treinamento para o comportamento violento feito pela televisão e pelo cinema: os expectadores infantis, jovens ou adultos encontram-se em alfa alimentando imaginariamente as cenas de violência que proliferam nas nossas telas. Quando estamos em alfa estamos em estado propício para a criação de arquivos de memória e bastante expostos à sugestão das mensagens recebidas.
Experiências com facilitadores da síntese protéica em animais demonstram à exaustão que, se um rato for treinado para caminhar certo percurso a fim de apanhar o queijo, depois de fixado tal arquivo de memória, nunca se ouviu falar que, exposto à mesma situação, o rato, ao invés de reproduzir o percurso memorizado, ingira os móveis do cenário no lugar do queijo. Nunca um arquivo de memória gravado desencadeou um comportamento alheio ao treinado, como sugere o equívoco psicanalítico da projeção e da catarse.
MEMÓRIA, INFORMAÇÃO NOÉRGICA ARMAZENADA
DE 15 A 200 milivolts é a DIFERENÇA DE POTENCIAL entre IDÉIAS e pensamentos. Quando você está em alfa aprendendo como praticar cenas de violência ao assistir tv você atinge até 200 milivolts.
O arquivo de memória gravada em condições propícia como o estado alfa do telespectador cria idéias altamente carregadas de energia, idéias meganérgicas, cuja tendência é realizar-se na ação correspondente. O Doutor Khalsa reforça esse conhecimento com os conceitos de: a) potencialização: o número de repetições potencializa geometricamente a memória e não apenas aritmeticamente;b) a trilha mais usada tende a ser novamente usada pelo fato de se tornar um sulco profundo como resultado do próprio uso; c) o uso fortalece e o desuso atrofia. O que vale para o bíceps vale para o cérebro; d) sinergismo eletroquímico: a idéia ligada às emoções é amplificada quimicamente com neurotransmissores e peptídeos e a idéia processada em estado alfa são potencializados com elevada voltagem; e) digitalização imaginária: o processamento imaginário da idéia excitante conta com todos os recursos mencionados para criar e gravar memórias de excelente qualidade.[1]
IMAGINAÇÃO, USINA, NÃO FUGA DA REALIDADE
O paradigma vigente do passivismo psíquico – PPP – ao tematizar a imaginação, comete todos os pecados capitais dos passivistas, ensejando que a humanidade continue perseguindo a imaginação ao invés de usufruir o seu formidável potencial criador. A doutrina psicanalítica reencarna o preceito de que:
aquilo que não podemos realizar na vida real compensamos na vida psíquica.[2] O que mais preocupa é que já nos portais do terceiro milênio, em artigo no Jornal Brasileiro de Psiquiatria de maio de 1998, O Psicanalista Elie Cheniaux continua reencarnando e repetindo acriticamente os axiomas do arcaico paradigma mecanopassivista. Mais grave é que provavelmente tenha pagado por esses falsos saberes, detalhe que aumenta a sua coragem para apresentar-se publicamente como alguém que entenderia o mecanismo da mente e da formação do comportamento violento. Enquanto toda a orquestra multidisciplinar executa a sinfonia do cérebro como órgão do psiquismo dotado de energia neural e não libidinal,e a polissonografia já anunciou com seus clarins que o território do sono refutou empiricamente o mapa psicanalítico, é preciso muita coragem para ignorar tudo isso e continuar falando da libido invasora. Eis as palavras da sua pena:
as manifestações culturais também são realizações disfarçadas de desejos… o devaneio permite algum grau de satisfação dos instintos… a arte deve constituir uma fuga temporária para a fantasia…manifestações culturais nos falam basicamente de desejos e conflitos infantis: incesto, parricídio…a verdadeira satisfação ao se apreciar uma obra artística provém de uma descarga da energia psíquica, da sua capacidade de despertar e gratificar desejos edipianos inconscientes.[3]
A imaginação desfila nessa citação vestida com a mais original e inalterada roupagem de dinossauro, passivismo da mais antiquada e pura cepa, manchada com o sangue menstrual do útero hipocrático ejetável, reabastecido na bruxaria que atravessou incólume vários séculos, reproduzindo-se como energia invasora camuflada na descrição citada. Ela é um shoping center de conceitos fabricados sob medida para escravos mentais.
A citação inteira raciocina dentro do filtro axiomático de que a energia tenha invadido, tenha capturado o psiquismo e aprisionado a imaginação. Ora, Freud poderia ter dito esta frase milhares de vezes no Século XIX e início do Século XX, que estaria sintonizado na cultura da sua época: mas o seu discípulo ao repetir esse conceito nos umbrais do Século XXI está rigorosamente desafinado e deslocado do seu momento histórico.
Como conseqüência exclusiva de ter sido vítima da invasão é que a imaginação deve sofrer passivamente os seus efeitos e dançar conforme a música. Ao invés de comandar energia, ela é comandada pela energia. Por isso Cheniaux sugere que, assistindo ao filme atroz e violento, o ator mataria por todos, e com isso diminuiria a quantidade contábil de libido represada, o que evitaria a violência de fato. Afirma também que as cenas eróticas na tela diminuiriam o Eros libidinal, levando o sexo virtual e imaginário a provocar uma diminuição do sexo real, na mais espantosa contramão do cotidiano moteleiro.
O único alívio é saber que com a noergologia está introduzida a psiatrogenia, campo em que tais venenosos conselhos não devem permanecer impunes, pois efetivamente fazem a apologia do treino para o comportamento violento.
DESCUBRA COMO FICAR MILIONÁRIO COM A PSICANÁLISE
Descendo do monte Olimpo para a terra dos mortais comuns, poderão tais conceitos ser explorados comercialmente. O articulista citado poderá ganhar muito dinheiro pondo em prática o que prega. Bastar criar uma empresa de assessoria comercial a motéis e mosteiros, transferindo os filmes eróticos dos motéis para os mosteiros. Dentro da lógica de que a imaginação rebaixa a represa da libido, a medida mataria dois coelhos com uma só cajadada:
a)os motéis deveriam economizar os filmes eróticos, medida que segundo a psicanálise deveria aumentar seu faturamento,pois ao evitar a descarga projetiva traria como resultado tecnicamente previsível que os parceiros sexuais não teriam o seu tesão diminuído pela imaginação com tais filmes. Em conseqüência ficariam mais tempo transando e aumentariam o faturamento dos motéis que cobram por hora.
b)os mesmos filmes eróticos seriam transferidos para os mosteiros, onde cumpririam a função psicanalítica de aumentar o número de vocações, ao apaziguar o tesão dos jovens monges, que deveriam assistir a filmes eróticos ao invés de fazerem suas preces, reduzindo, destarte, segundo o articulista passivista, projetivamente, sua necessidade real de sexo genital.
O padre Lemercier levou a teoria da repressão-deslocamento-projeçãotão à sério quanto o nosso astro psicanalítico e realizou uma experiência prática: expôs jovens monges a cenas eróticas, técnica que segundo a douta e elevada e sublime Psicanálise reduz o total de libido projetivamente, deixando o corpo com menos tesão. Só que como resultado os fatos do território mostraram que os monges tinham seu tesão aumentado e queriam mulheres de carne e osso após a masturbação psíquica psicanalítica, como de resto qualquer de nós o faria. Tanto que, depois de psicanalisados, de cada quatro monges, três abandonaram o mosteiro.[4]
Afirmamos com toda a convicção que uma das principais causas da violência é o patrocínio promovido pela Psicanálise da propaganda a favor de armas de brinquedo e de filmes violentos, que deveriam projetivamente diminuir o comportamento violento. A projeção deve ser considerada por uma sociedade evoluída como campanha de incentivo à violência e punida com as leis vigentes. A grande influência da Psicanálise adormece e engana vastos setores da sociedade contribuindo para a grande safra de filmes violentos e brinquedos baseados em armas. Ora, Ao invés de diminuir a violência isso se constitui num treino ela: atividade lúdica e degustação de filmes ocorrem em estado alfa. Cenas violentas ou brinquedos com violência nesse estado criam idéias meganérgicas de comportamento violento.
Até quando os psicanalistas podem continuar gritando impunes: o território que se dane, viva a psicanálise! Será que não costumam freqüentar motéis e assistir a filmes eróticos antes da união carnal, como forma de aquecimento e não de diminuição do tesão?
Já percebeu Paul Ricoeur[5] que é suficiente inverter o pólo do poder, bastando dizer que a psicanálise pare de analisar tudo e a todos, para que fatos corriqueiros — como os filmes eróticos em mosteiros ao invés de em motéis — desmontem toda a base psicanalítica, que, aliás, é feita sob medida apenas para cavernícolas passivos e submissos, que ainda não se deram conta de que o seu fantástico potencial mental tem sido explorado de forma abusiva pelo paradigma do passivismo, máxime pelo seu ícone, o inconsciente metapsicológico.
Cheniaux insiste em ignorar fatos de domínio comum (o fogo queima, churrasco com sal dá sede, filme erótico dá tesão, filme violento ensina violência) e despudoradamente repete, à revelia de todo o incessante progresso à sua volta, o vetusto mote do tempo das trevas, do tempo da bruxaria, de que a imaginação sofre passivamente os efeitos daquela misteriosa energia invasora.
Já vimos que não conseguiremos realizar na vida real nada que não tenhamos previamente moldado no pensamento. Assistir a filmes de violência treina a violência, assistir a filmes eróticos aumenta o tesão. A indução alfagênica, o aumento da potência cerebral e a imaginação propiciada pelo filme facilitam a criação de excelentes programas noéticos. Todo o treinamento empresarial é realizado, em grande parte, com filmes que treinam o aprendizado desejado, jamais ensinando o oposto, paradoxo que estaria certo seguindo à risca a psicanálise. Segundo ela, seria necessário, por exemplo, que, para sermos treinados em aviação, devêssemos assistir a um filme sobre como cultivar cogumelos.
Um pianista pode completar seu treino executando imaginariamente a partitura, propiciando um refinamento do modelo neuronal dessa partitura com subseqüente melhor desempenho objetivo. Como o homem não é uma máquina, mas tem uma máquina, podemos pedagogicamente dizer que a imaginação tem sobre a vontade a vantagem de usar a seriação algorítmica dos passos, organizando programas nítidos, claros, detalhados e eficazes. Por isso ela é a grande incubadora do nosso comportamento, sentimentos e pensamentos.
A imaginação é a grande aliada do homem, a fantástica usina de descobertas e criações moldando e reprocessando as maquetes mentais, as fôrmas noéticas e neurais criadoras de idéias meganérgicas, que plasmarão nosso futuro comportamento. A imaginação é a grande usina da nossa realidade.
MECANISMO DE FORMAÇÃO DO COMPORTAMENTO VIOLENTO
Em síntese, o comportamento violento resulta de técnicas de treinamento através das quais aprendemos como, quando, porque e contra quem devemos acender a tomada adrenérgica da megaína de luta (arquivo inato da memória de luta).
Vimos também que o arquivo inato da memória de luta pode ser classificado como uma memória meganérgica inata, ou mais tecnicamente falando, como uma megaína. Se agregarmos a ela também uma megane – memória meganérgica cultural- teremos todas as condições para um excelente desempenho de luta (o mesmo se diga para a fuga, sexo, comida, bebida). Os estados alfa e theta bem como seus componentes são excelentes campos de treinamento virtual para a criação de memórias meganérgicas.
Assim o cinema, teatro, romances, brinquedos tematizando a violência são ótimos treinadores de comportamento violento. Não podemos esquecer que a meditação igualmente é um estado facilitador da criação de meganes.Se você tem uma profunda crença de que ateando uma bomba ao corpo ou praticando haraquiri ou jogando um avião cheio de passageiros contra o WTC você tem a garantia de ir “para o seu céu” e desfrutar de 72 belas mulheres você tem igualmente ingredientes extraordinários para criar a megane correspondente.
Criada a megane e quanto mais bem cultiva ela for, maior será a facilidade com que ela finalmente se materializará como o respectivo ato comportamental contido nos arquivos de memória. A ação comportamental correspondente é sempre direta e nunca inversamente proporcional (como dizia a psicanálise) ao arquivo de memória correspondente.
A psicanálise via as coisas de cabeça para baixo e imaginava que a imaginação estava sempre no fim e não no começo do caminho. Assim ela pregava que o brinquedo, o cinema, a TV, o romance, em suma, tudo isso são projeções ou vazamentos catexiais substitutos provenientes do deslocamento do alvo original da energia invasora (inconsciente) agora para um alvo substituto. E com isso textualmente ela fazia e continua fazendo propaganda do comportamento violento. Por isso afirmamos com grande certeza: a maior causa estrutural da violência atualmente é a PROPAGANDA CRIMINOSA QUE A PSICANÁLISE FAZ A FAVOR DA VIOLÊNCIA e a crença que as pessoas nela depositam O amadurecimento da sociedade seguramente fará a psicanálise enfrentar judicialmente sua propaganda em prol da violência disfarçada de projeção. Veja texto psicanalítico sobre o tema fazendo propaganda disfarçada do comportamento violento:
as manifestações culturais também são realizações disfarçadas de desejos…a verdadeira satisfação ao se apreciar uma obra artística provém de uma descarga da energia psíquica, da sua capacidade de despertar e gratificar desejos edipianos inconscientes.
Essa gigantesca cegueira perceptiva é que autoriza a psicanálise a aconselhar a que você assista filmes de violência para DESCARREGAR E DIMINUIR A VIOLÊNCIA ou brinque com armas com a mesma finalidade. A psicanálise afiança que quando você vê o astro cometendo um assassinato virtual a tua possibilidade de praticar assassinatos reais diminui. A noergologia desmascara essa fraude e deixa explicitamente claro que o assassinato virtual treina para o assassinato real.
O Psicanalista Waldemar Zusman divulgou artigo chamado TERRORISMO: UM BOLO EM CHAMAS. Os textos de sua lavra deixam clara a propaganda que faz em prol do comportamento violento e sua crença num homem nanico e passivo, o que o autoriza a descrevê-lo de uma maneira sombria e equivocada:
Em todas as religiões tudo gira em torno do medo da morte, da qual se quer escapar pela crença numa outra vida: o episódio no WTC, cristãos enfrentando as feras do Coliseu ou japoneses praticando haraquiri em nome do Imperador demonstram o oposto.
A psicanálise explica que terroristas são pessoas aterrorizadas para as quais é difícil suportar o terror do desamparo inerente à vida: Pode-se dizer que esses terroristas são bandidos desumanos e cruéis, mas não chamá-los de medrosos do ponto de vista mental. Idéias meganérgicas podem nos levar a Buda ou à Bomba: a escolha é nossa. O homem é um ser intencional. terrorista como os do WTC são pessoas dotadas de idéias meganérgicas, fortemente convictos delas. Devemos ter sabedoria para condenar o mau uso que fizeram do seu potencial mental, não o mecanismo noético.
Quem já consegue compreender melhor o mecanismo da mente humana sabe também a extraordinária importância do estudo da Noergologia, do conhecimento e da pesquisa da noergia e dos mecanismos geradores de idéias meganérgicas!
Pesquisas indicam que cenas de violência na televisão contribuem para o aumento do comportamento violento. Isso refuta a tese psicanalítica de que a TV projetaria a agressividade diminuindo a violência. Certamente essa tese psicanalítica é diretamente responsável pelo treinamento da violência incentivado pela ridícula tese projetiva.
Pesquisa divulgada pelo National Health and Nutrition Examination revelou que crianças entre seis e 17 anos assistem em média 22 horas de TV por semana e são bombardeadas com oito mil assassinatos antes de completar o primário. Aos 18 anos, já assistiram 200 mil atos de violência. Finalmente esses números fazem os críticos da televisão a associarem o crescimento da violência e do vício ao que é ensinado na telinha. Eureka!
No meio de tantas notícias ruins uma boa: produtores de filmes americanos suspenderam (tomara que definitivamente) filmes de violência cujo lançamento estava previsto para agora!
Acredito que estamos razoavelmente preparados para aposentar as falsas crenças sobre o comportamento violento: a) a agressividade gera violência; b) a repressão gera violência; c) a pobreza gera violência; d) a violência é uma reação instintiva e inata; d) a injustiça social gera violência; e) brincar com arma reduz a agressividade projetivamente; f) assistir filmes de violência reduz a agressividade projetivamente; g) crimes muito violentos e bárbaros são produzidos por psicóticos; h) agressividade exacerbada é prova de psicose, de doença mental. Em Noergologia sabemos que uma pessoa doente, ou seja, com uma lesão ou disfunção neural que afete o bom funcionamento da memória é incapaz de criar uma megane de comportamento violento, inviabilizando aos assassinos e terroristas o imoral asilo na antiga psicopatologia forense.
PESQUISA CONFIRMA PREVISÕES NOERGOLÓGICAS: A edição do programa FANTÁSTICO de 04.12.2005 revelou que Robert Fein, psicólogo do Serviço Secreto americano e Brian Vossekuil, agente especial., percorreram presídios americanos com uma missão: descobrir o que se esconde por trás de atentados contra gente famosa. Interrogaram pessoalmente 20 homens e mulheres que executaram ou planejaram atentados. Suas conclusões confirmam as previsões noergológicas: uma de nossas mais importantes descobertas foi que os autores dos atentados, ao contrário do que se acredita, não agem por simples impulso. É tudo planejado, diz Brian Vossekuil; “Doença mental não é causa. Só consegue cometer um atentado contra uma figura pública, especialmente as que vivem sob proteção, quem é organizado. Já os que sofrem problemas mentais agudos são, na maioria, desorganizados”, diz Robert Fein; “A descoberta mais surpreendente é que os autores dos atentados se parecem com qualquer um de nós. Nenhum tem duas cabeças. Nenhum parece um monstro., diz Robert Fein.http://fantastico.globo.com/Jornalismo/Fantastico/0,,AA1084445-4005-0-0-04122005,00.html
1] KHALSA, Dharma Singh, 1997. Longevidade do cérebro, p.p. 38, 65, 67, 97, 106, 132, 134, 145, 148, 152, 163, RJ. Objetiva; [2] PEREIRA DA SILVA, Gastão. 1968. Vícios da imaginação, p. 57, BH. Itatiaia; [3] CHENIAUX, Elie, 1998. O cinema e sua platéia: uma visão psicanalítica, apud Jornal brasileiro de psiquiatria, Vol.(47-5/98), p.p. 237 a 241, RJ. ECN; [4] LEMERCIER, Gregoire, 1972. Psicanálise e religião, p. 32, RJ. Brasília; [5] RICOEUR, Paul. 1977. Da interpretação: ensaio sobre Freud, p. 88, RJ. Imago.

 

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