Revolução Sexual

FREUD NÃO REVOLUCIONOU, MAS PLAGIOU  AO EXPLICAR A MENTE PELO SEXO

ouça a palestra  GENEALOGIA DO AXIOMA DA ENERGIA INVASORA, enquanto lê o artigo abaixo.

 A partir de Hipócrates, o Pai da Medicina, o sexo ficou consagrado como a única matriz energética capaz de prover a energia do pensamento. No Século III AC. Foi ele quem lançou a explicação clássica da histeria como distúrbios do pensamento e do comportamento decorrentes da locomoção fisiológica do útero.

 1486: Jacobus Sprenger e Heinrich Kraemer lançam no Malleus Maleficarum a teoria de que a energia sexual sozinha, ou seja, a libido, não teria tanta força a ponto de promover a caminhada ascendente, chegar às vias respiratórias e invadir o cérebro,  alojando-se na imaginação.  1716: masturbação provoca insanidade, de autor anônimo. Até 1764 havia vendido 80 edições. 1758: Simon-André Tissot publica Onanismo, um Tratado sobre as Doenças Provocadas pela Masturbação.  1812: Benjamin Rush publica Pesquisas e Observações Médicas sobre as Doenças da Mente: a) a melhor terapia contra loucura é o terror; b) a masturbação produz loucura, disúria, tuberculose, dispepsia, cegueira, vertigem, epilepsia, hipocondria, amnésia, imbecilidade e morte.

 1816: Jean Esquirol afirma que a causa comum da insanidade é a masturbação.  1850-1900: encontra-se quase uma unanimidade que a loucura é sempre ocasionada pelos problemas sexuais da masturbação e da histeria. 1855:Editorial do jornal New Orleans Medical and Surgical Journal afirma que nem a peste, nem a guerra, nem varíola, nem uma multidão de males foram mais desastrosos para a humanidade do que a masturbação.21/4/1896 – Freud lança na Associação Médica de Viena sua corajosa TEORIA DA SEDUÇÃO denunciando que não há sexualidade infantil e que as investidas sexuais dos marmanjos contra crianças é contra a natureza e faz mal.26/4/1896 Freud escreve a Fliess relatando a sua conferência. Esta carta também foi boicotada e omitida de todas as publicações conhecidas ironicamente como Correspondências Completas de Freud. A denúncia freudiana contrariava gregos e troianos, teorias acadêmicas e práticas de prostituição. Médicos estupradores eram além disto defensores da teoria hereditária dos distúrbios mentais.

4/5/1896 – Freud já sente na carne o boicote contra sua teoria da sedução, que era o oposto do complexo de Édipo. “considero mais problemático que, neste ano, pela primeira vez, meu consultório está vazio. Não posso começar nenhum novo tratamento e nenhum dos antigos foi completado”. Este foi o calcanhar de Aquiles de Freud.

set/1897 – A única maneira de reconquistar o apoio da classe médica para exercer lucrativamente a sua profissão foi abandonar a teoria da sedução.  Mas a reconciliação completa com a corporação só veio quando, num golpe de mestre profissional, substituiu a teoria da sedução pela teoria do complexo de Édipo, que já havia sido lançada pela bruxaria em 1486. 17/1/1897: em correspondência a Fliess, Freud revela que sua teoria é uma cópia da bruxaria. Essa carta tem sido sonegada do grande público por entidades psicanalíticas objetivando manipular e deturpar informações. Eis o texto de Freud ” Whilhelm Fliess, o que é que você diria se eu contasse que toda a minha nova teoria da histeria era conhecida e tinha sido publicada centenas de vezes, e há vários séculos? Você se lembra como eu sempre disse que a teoria medieval da possessão demoníaca, sustentada pelos tribunais eclesiásticos, era idêntica à nossa teoria de um corpo estranho e de uma divisão na consciência?[1] Data e Assinatura; Viena,17/1/1897, Sigmund Schlommo Freud

 Paris: a histeria é tratada com a extração física do ovário, em Londres e Viena com a clitoridectomia, em Heidelberg com a cauterização clitoriana. 1905: Bernard Sache de NY publica Tratado sobre Doenças Nervosas das Crianças, recomendando cauterização da espinha e dos genitais das crianças como vacina contra masturbação. 1918: Ernest Jones, um dos primeiros psicanalistas, defende a tese de que a neurastenia é ocasionada pelo onanismo ou ejaculação precoce.  1938: Freud afirma textualmente que “é uma hipótese fundamental a de que existem processos físicos ou somáticos concomitantes. Torna-se plausível dar ênfase a esses processos somáticos e ver neles a verdadeira essência do psiquismo ·.

  Se você ainda tem qualquer dúvida sobre o que significa o termo libido inconsciente escute o que o próprio Sigmund fala: “libido é o termo da transformação dos instintos destinado a designar a manifestação dinâmica da sexualidade, que era utilizado por Moll neste sentido e foi copiado por mim na psicanálise[1].  Se ainda tem dúvida de que a psicanálise teorizou um pensamento subordinado ao sexo, um psiquismo sexogênico, somatogênico, em que o pensamento é o resultado epifenomênico da atividade sexual? Então ouça Freud “a pulsão sexual representa uma força que exerce uma pressão e a libido é a energia dessa pulsão.[2]

De sorte que quando Freud entra em cena ao invés de revolucionário ele foi xiitamente conservador, pois continuou a explicar a mente como um epifenômeno sexual, o que já estava sobejamente consagrado no mundo científico.Como é sabido, a verdadeira revolução que teria feito, a denúncia dos estupros com a sua diplomática teoria da sedução, não teve sucesso, sofreu muitas pressões corporativas, em cuja obediência recuou covardemente para o complexo de Édipo, transformando num passe de mágica a criança de vítima em autora da relação estupral. Ao mesmo tempo o verdadeiro agente criminoso do ato sexual imposto, isto é, o marmanjo ganhou uma dose extra de proteção com o inconsciente, que viria minimizar mais ainda a sua impunidade.

Hoje quaisquer pesquisas que se façam com modernas tecnologias como PET, SPECT ou variados eletroregistros indicam que o pensamento está no comando, refutando os conceitos de inconsciente, ou seja, de que o pensamento seria um subproduto epifenomênico corporal, mas exatamente sexual.  Nesse ponto também Freud não foi revolucionário, antes foi conservador, já que o axioma de uma energia invasora produzindo pensamento e capturando a imaginação estava consagrado.

Em momento algum Freud propalou que estava fazendo uma revolução ao explicar o psiquismo sexogênico. Pelo contrário, ele mesmo declarou que estava se inspirando em modelos previamente existentes, entre os quais o modelo da Bruxaria.

Não é Freud que nos engana divulgando essa fraude histórica, mas sim pessoas que deformam os dados históricos, produzem fraudes científicas dolosas ou culposas, divulgam saberes falsos e falsificados e, em pleno III Milênio, usam o nome de Freud como escudo protetor da sua própria desatualização.     ÍNDICE DA SÉRIE VACINA CONTRA FRAUDES

[1] FREUD, Sigmund, Psicoanalisis e teoria de la libido, p. 2674.[2] LAPLANCHE, J. et PONTALIS, B. 1970. Vocabulário da psicanálise, p. 288, SP. Martins Fontes.

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