Glossário – Letra S

1. SABARES FALSIFICADOS: conceitos ou teorias que, mesmo depois de comprovado o seu erro, continuam sendo divulgadas como se fossem verdadeiras, apenas por comodismo, corporativismo, poder ou dinheiro. Exemplo: teoria demogênica da varíola depois do pox vírus, complexo de Édipo, interpretação dos sonhos de Freud depois da polissonografia. Geocentrismo depois de Copérnico, repressão depois de Elizabeth Loftus demonstrando que psicanálise produz MEMÓRIA FORJADA.

2. SABER DEPENDENTE DE PAR: teoria ou práxis existente exclusivamente em função de uma relação de poder entre olimpianos ou espertalhões e cavernícolas ou otários. Rompida a hierarquia do poder entre manipulador e manipulado, o saber correlato automaticamente desaparece (hermenêutica do inconsciente alheio, psicocracia, etc.). Os espertalhões olimpianos usam diversas técnicas microfísicas de poder (press release, camuflagem teórica, simulação científica) objetivando convencer otários cavernícolas que o domínio exercido por olimpianos é para o bem dos cavernícolas e não dos espertalhões olimpianos. Essa prática nasceu da bifurcação da realidade inventada pela metafísica, quando a casta olimpiana privilegiada impunha submissão a párias cavernícolas, contrabandeando leis sociológicas de poder camufladas de leis psicológicas. Saberes dependentes de par são uma das técnicas usadas na criação e difusão de fraudes científicas.

3. SABERES FALSOS: conceitos ou teorias que a evolução filosófica e científica mostram estarem errados. Exemplo: geocentrismo antes de Copérnico, bruxaria, imobilismo sangüíneo, inconsciente, projeção, íncubo.

4. SABERES: são teorias ou conceitos diversos. Quanto à sua extensão os SABERES classificam-se em: I) científicos: gerados pela ciência vinculada a um paradigma vigente ou a um paradigma emergente na fase revolucionária; II) filosóficos; III- populares criados pela experiência da população em geral e por crenças marginalizadas pelos saberes oficiais; IV-filocráticos: criados e propagados por agentes do poder macrofisico ou macrofisico objetivando exclusivamente consolidar o poder, entre os quais mais se destacam os saberes produzidos por interesses corporativos; V- FALSOS; VI- FALSIFICADOS.

5. SISTEMA NOÉRGICO:esse termo é indicado para substituir a expressão “sistema mental” depurado dos vícios do PPP.

6. SONHO: imaginação heurística promovendo criações dinâmicas, ativas, conscientes (pleonasmo) e atuais de inédito noético, atividade facilitada pela intensificação do metabolismo e potência neuroelétrica, exatamente o oposto dos conhecimentos que Freud tinha a respeito do tema. É de se salientar que os grandes resultados da pesquisa polissonográfica começaram a aparecer cerca de duas dezenas depois da sua morte. Vide REM e polissonografia.

7. SPECT: single photon emission computerized tomography, tomografia por emissão de fóton, permitindo acompanhar o fluxo sangüíneo e o metabolismo cerebral isomorfo a atividades mentais, esclarecendo de forma meridiana que o cérebro é o órgão e instrumento do mundo noético, nunca o sexo. Por isto quando nos referimos à energia específica do sistema mente-cerebro devemos usar o termo noergia e não libido. Igualmente quando nos referimos à energia específica do sexo demos usar libido e não noergia: pura questão de lógica!

8. SÚCUBO: (do latim Succubus que está deitado sob) pode ser traduzido como pesadelo. Na bruxaria indicava a invasão de um diabo especializado em conquistar o cérebro de homens, obrigando-os a sonhar com a imposição feita pela energia invasora.

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