EDUCAÇÃO BRASILEIRA NA UTI: SÓ AMPUTAÇÃO DO PARADIGMA SALVA

EDUCAÇÃO BRASILEIRA NA UTI- DIAGNÓSTICO: PARALISIA PARADIGMÁTICA. DOENÇA CULTURAL INCURÁVEL A NÃO SER QUE HAJA URGENTE AMPUTAÇÃO DO PARADIGMA

Prof. Jacob Bettoni, Autor de Revolução de Paradigma na Psicologia, descobridor de NOEROBICA®. Professor de Psicologia, Filosofia, Sociologia, Análise Paradigmática, Noerobica®, Microfísica do Poder, Diretor de Pós-graduação em Noergologia da Facibem, Presidente do Instituto de Noergologia, Coordenador dos cursos modulares de Noergologia online www.noergologia.com.br

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OBJETIVO DO PRESENTE ESTUDO

Não podemos perder mais tempo. Nossas crianças e jovens estão crescendo educadas no modelo de ensino mecanicista, ultrapassado, fora do prazo de validade.

Grande parte do conteúdo que o aluno aprende, não só nunca vai usar; boa porcentagem ou já está ultrapassada ou é fraude científica. Informações, conhecimento e profissões mudando na velocidade do pensamento. A escola mecanicista se arrastando amarrada a uma ementa unificada que caminha na velocidade da lesma.

Procurando ser prático, apresento o embasamento teórico somente depois de relacionar um resumo de providências que podem ser implantadas a partir da semana que vem.

Isso mesmo: semana que vem e não daqui vários anos quando nossos filhos e netos tiverem perdido seu tempo frequentando o modelo educacional mecanicista completamente fora do prazo de validade.  

17 MEDIDAS CONCRETAS PARA IMPLANTAÇÃO IMEDIATA DO MODELO DE ESCOLA NA VELOCIDADE DO PENSAMENTO

Obs.: A família e o aluno escolhem uma das modalidades por vez. O Governante disponibiliza todas.

 

 

  • A ESCOLA DA PONTE

” Se eu dava aula e vários alunos não aprendiam, eles não aprendiam porque eu dava aula” Prof. José Pacheco, criador da Escola da Ponte. A Escola da Ponte é um lugar onde se aprende, mas que não é uma escola. Um espaço que não é mais dominado pelo professor; agora é comandado pelo aluno, melhor, pelo condômino. O poderoso professor olimpiano, agora é holocentrado. O aluno não é mais um receptáculo passivo de conhecimento emitido pelo iluminado professor; agora é o parceiro holocentrado ativo e criador do conhecimento. O conhecimento é criado individualmente, mas processado em bando, como na internet.

  • HOMESCHOOLING ou ED – ensino domiciliar: PL 3179/12 do Dep. Lincoln Portela. O ensino domiciliar, adotado em 65 países. Iniciando com força no Brasil, com uma massa crítica de pais preocupados com a contaminação dos seus pupilos quando expostos a grevessores (profissionais da greve que esporadicamente dão aula), crime, droga, medicalização do ensino e ao conteúdo defasado da escola brasileira, que prepara o aluno para viver no século passado. Mas nossos filhos viverão no século XXI.
  • Aplicação do conceito constitucional do ENSINO LIVRE
  • APROVAÇÃO EM VESTIBULAR SUBSTITUINDO qualquer certificação prévia
  • CERTIFICADO DO ENEM substituindo demais certificados de nível médio
  • CURSOS DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL ORGANIZADOS DIRETAMENTE PELAS RESPECTIVAS CORPORAÇÕES DE NÍVEL MÉDIO E SUPERIOR (medicina, direito, engenharia, contabilidade, etc.)
  • DIVERSIFICAR O CARDÁPIO DE ESCOLAS PROFISSIONAIS de nível médio mantidas por entidades de classe, sindicatos, SESC, SENAI E SIMILARES
  • Migração intensiva imediata da PÓS-GRADUAÇÃO E GRADUAÇÃO PARA O EAD vacinado contra educação mecanicista
  • ED COM 10% DE ESCOLA DA PONTE organizada por associações de ED
  • ED COM 20% EM EAD gerado por associações ED
  • ED COM GAMEFICAÇÃO PEDAGÓGICA
  • ED ORGANIZADA POR CONDOMÍNIOS
  • ED ORGANIZADA POR VIZINHOS
  • ED ORGANIZADO POR GRANDES EMPRESAS
  • FIES TAMBÉM ESTADUAL E MUNICIPAL: é um excelente instrumento de pulverização da educação, com a vantagem de não onerar o fundo previdenciário.
  • PARCERIAS EDUCACIONAIS COM COOPERATIVA DE PROFESSORES, DE PAIS, DE VIZINHOS.
  • PARCERIAS EDUCACIONAIS COM ONGS, OSCIPS E CNEC
  • ESCOLAS EM CLUBES, CENTROS DE ESCOTEIROS, CASAS PAROQUIAIS, IGREJAS CONFESSIONAIS.

OU SEJA, A ESCOLA VAI ESTAR PULVERIZADA EM TODOS OS LUGARES E TAMBÉM NA INTERNET. 

ESCOLA NA VELOCIDADE DO PENSAMENTO: + VANTAGENS

  • Pulveriza, capilariza, descentraliza métodos, ementas, modais, canais, conteúdos
  • Educando recebe qualidade de ensino melhor.
  • Desonera o fundo previdenciária e desincha a máquina pública, podendo resultar em diminuição de impostos.
  • Devemos apenas evitar formação de novos monopólios. As CNEC são de utilidade pública.
  • Preparam o educando para as novas profissões que estão surgindo e que surgirão no decorrer da sua vida
  • Preparam o estudante para mudar de profissão durante sua vida
  • Apresentam soluções contemporâneas para os problemas contemporâneos
  • Educando aprende mais, melhor
  • Educando aprende a aprender autógenamente, sozinho, sem depender de ninguém
  • O excelente professor do novo modelo é aquele cujo aluno mais rapidamente consegue aprender, reaprender sem depender nem do professor e nem de ninguém,
  • Economia substancial de tempo e dinheiro que eram gastos no sistema educacional mecanicista presencial exigindo a locomoção de milhares de alunos, pais e professores
  • Enxugamento das máquinas públicas federal, estadual, municipal
  • Diminuição da pressão nos sistemas públicos de aposentadoria
  • Desinvestimento das esferas públicas no elevado patrimônio em prédios e respectiva manutenção, cujos valores podem ser direcionados à pesquisa e aos envolvidos na Educação da Escola com a Velocidade do pensamento.
  • Toda a sociedade desfrutará da aceleração do conhecimento e das inúmeras descobertas que o sistema educacional noergológico impulsionará
  • Os parceiros educacionais permanecerão mais tempo próximo ao núcleo familiar, a célula básica da sociedade
  • Menos contato com drogas, com crime e com agentes educacionais defasados no tempo e no espaço, que, segundo Thomaz Kuhn, muitas vezes estão mais interessados na preservação da capitania hereditária dos seus títulos sem prazo de validade, do que no progresso da Ciência e na evolução cultural, científica, profissional e financeira dos educados.

JUSTIFICATIVA

O modelo educacional do paradigma mecanicista continua adotado no Brasil. Ele é o responsável principal pela falência completa da nossa educação: 88º lugar na classificação da Unesco e greves patológicas de professores no Brasil inteiro, ano após ano. Giz usado como ícone do professor, não em 1615, mas agora em 2015: são alguns sintomas severos desta doença incurável diagnosticada como paralisia paradigmática. O remédio é amputação, cirurgia, extirpação do câncer mecanicista detendo a metástase. Uma solução contemporânea para esta patologia cultural é implante de novo PARADIGMA, hoje já disponível para a classe mais abastada de conhecimento e progresso cultural: MODELO EDUCACIONAL NOERGOLÓGICO DA ESCOLA NA VELOCIDADE DO PENSAMENTO

MUNIÇÃO BÁSICA DE VOO

PARADIGMA :conjunto de axiomas – pensamentos matriciais, princípios aceitos como verdadeiros e indiscutíveis de discussão.

AXIOMAS DO PARADIGMA. MECANICISTA

AXIOMA DA IGUALDADE Defendendo a utopia mecanicista de que seres únicos e irrepetiveis no seu DNA, na sua impressão digital, no seu cérebro seriam iguais;

AXIOMA DO FRAGMENTARISMO: para compreender é preciso separar, dividir em pedaços;

AXIOMA DO DETERMINISMO MATRICIAL: saber aprisionado no tempo e no espaço: a escola precisava ser presencial porque o livro e o professor estavam fisicamente situados naquele espaço. Centralização unificada de conceitos insuscetíveis de discussão: o poder centralizado no Estado, na Grande Corporação. O conhecimento centralizado na Universidade, no Professor, na ementa engessada num padrão universal, territorial.

São ´´ícones do P. mecanicista: Psicanálise, Marxismo, Ditaduras (políticas, científica ou econômicas), centralismo concentrador do poder (ditaduras), do saber (ementa centralizada) ou do capital (monopólios).

PRINCÍPIOS BÁSICOS DO SISTEMA EDUCACIONAL MECANICISTA

  • Conhecimento, profissões e informações estáveis,
  • Descobertas a cada mil anos
  • Necessidade de espaço físico que armazena o livro e
  • Onde fica o PROFESSOR ILUMINADO: a) Ensinando ao “desprovido de luz: aluno; b) A mesma ementa padronizada; c) Repetida e válida a vida inteira; d) Preparando o aluno para profissões estáveis; e) do mundo mecanicista onde o conhecimento já estava pronto e acabado;
  • No paradigma mecanicista o Rei, o Ditador, o Carrasco, o Proprietário e o Professor eram os donos dos seus respectivos territórios;
  • O povo, o aluno, o serviçal, o operário, o analisando, o trabalhador eram subalternos cavernícolas;
  • Trabalhar era “tripallium”, instrumento de tortura;
  • A aristocracia ditatorial imperava no mundo;
  • Marxismo e Psicanálise atingiram o apogeu dos padrões mecanicista;
  • O Psicanalista, o Professor, o Patrão ou o Rei eram aristocratas donos do poder do emprego, do saber, do dinheiro e da interpretação consciente do significado inconsciente;
  • Marx e Freud eram irmãos gêmeos siameses culturais fragmentando qualquer coisa que tocassem; o pensamento separado do corpo, o capital separado do trabalho; o consciente do inconsciente, o professor do aluno, o ensino da aprendizagem;
  • O conhecimento, a consciência, o poder e o dinheiro estavam prontos e acabados. Quem possuía esses quatro atributos eram exclusivamente os aristocratas; quem não os possuía eram os plebeus cavernícolas inconscientes alunos, pobres, analisados ou operários;
  • O conhecimento, a consciência e o Poder eram metafísicos, reserva exclusiva de mercado da aristocracia: o Rei, o Professor, o Psicanalista, o Empresário. Todos exerciam este poder “em nome de Eidos ou de Deus”;
  • Os poderes acima elencados eram padecidos pessoalmente em nome do “diabo, do inconsciente, da pobreza, da ignorância ou doxa”, vítimas estas conhecidas como operários, alunos, plebeus, analisandos;
  • As categorias metafísicas eram desencarnadas para o aristocrata e coincidentemente encarnadas com gps exatamente lá naquele tipificado identificado circunscrito circunstanciado mísero mortal inconsciente e/ou pobre, plebeu, operário ou aluno;
  • Nada de novo: apenas se mantinha a tradição criada na civilização helênica no século IXAC, em que aristocratas olimpianos tinham o direito à consciência. Ou seja, o significado consciente e o significante inconsciente deram a largada para o MODELO MECANICISTA;
  • Como tudo era separado de tudo, o  modelo mecanicista de civilização exigia a divisão em castas, em cujo ambiente nasceu a escola mecanicista – esse corpo estranho que permanece anomalisticamente no Século XXI mantendo a suprema desigualdade dicotômica e fragmentária em milhares de desdobramentos conceituais do axioma olimpiano criando o cenário do Rei x súdito; Nobre x plebeu; Patrão x empregado; Psicanalista x analisado; Dono da Consciência x vítima do inconsciente; Dono do Saber x vítima da ignorância; Professor x aluno. Nesse sombrio cenário é óbvio que o monopólio, a centralização, a ditadura e o engessamento são vitais.
  • O modelo mecanicista inicial era o de absoluta desigualdade (superior x subordinado). Um movimento subterrâneo contra esta suprema desigualdade começou a tornar-se difuso até eclodir na catástrofe cultural oposta: o absurdo mito da IGUALDADE. Agora seríamos todos iguais, a partir da eclosão da revolução francesa. Este pensamento fragmentário é filho bastardo do paradigma mecanicista, do qual tornou-se um pensamento matricial, um axioma paradigmático mecanicista. Um mergulho nas trevas: o oposto (igualdade x desigualdade) é o contraditório da antítese e não a solução. A solução virá com a evolução da Noergologia: não somos seres nem iguais e nem desiguais, apenas únicos e irrepetiveis. Abaixo a igualdade, Viva a Diferença!
  • O modelo educacional brasileiro é da mais pura gema mecanicista, cujos ícones são: a) ementas e até conteúdos programáticos centralizados em Brasília, ou nos Estados ou Municípios; b) Normas cartoriais de  titulação e certificação; c) centralização de professores e funcionário da educação num único órgão (federal, estadual ou municipal); d) cartorialização das instituições, dos canais, dos modais e dos agentes educacionais; e) cartorialização dos títulos permitindo,  no meio de um mundo gerador de informações e conhecimento em minutos, a excrescência de diplomas com prazo de validade vitalício.
  • Podemos destacar três sintomas enfatizando que a defunta da educação mecanicista precisa ser enterrada para não contaminar outros setores da sociedade: a) Unesco classifica o Brasil em 88º lugar na educação b) Greves patológicas, anormais, recorrentes, de duração anomalística em vários estados brasileiros, ano após ano; c) O giz medieval usado como ícone do professor, não no ano de 1615, mas agora em pleno ano de 2015 – 29 anos depois do alerta da Unesco.

PARADIGMA DA NOERGOLOGIA

Em 1986 a UNESCO detectou que vários ramos do conhecimento que haviam se emancipado do paradigma mecanicista, apresentavam pujante progresso científico, trazendo benefícios para nossa humana raça. Ao mesmo tempo identificou que os ramos ainda vinculados ao paradigma mecanicista apresentavam um grande descompasso, cujas consequências punham em risco a “sobrevivência da espécie humana”.

Foram convocados os maiores cientistas de época para um fórum em Veneza. O documento final ficou conhecido como a Declaração de Veneza, na qual Unesco recomenda a imediata revolução de paradigma em três áreas urgenciais:

1- Ciências Psi

2) Educação

3) Política

 

REVOLUÇÃO DE PARADIGMA NA PSICOLOGIA

Em 1999 lancei a obra epigrafada, resumindo o que até então totalizavam 41 anos de pesquisa na área de Análise Paradigmática voltada exatamente às três áreas suscitadas pela UNESCO.

Revolução de Paradigma na Psicologia resume a análise paradigmática dos axiomas do paradigma mecanicista, suscitando analogamente o resumo dos axiomas do paradigma emergente da Noergologia.

 

AXIOMAS PARADIGMÁTICOS DA NOERGOLOGIA CRIADOS COM MAPEAMENTO DE AXIOMAS CONFORME RECOMENDADO PELA UNESCO

  • Ser Humano é intencional
  • Sistema pensamento-cérebro é ativo e criador
  • Imaginação comanda Noergia
  • Cérebro é órgão e instrumento do pensamento
  • Não somos seres nem iguais e nem desiguais; somos seres únicos, irrepetiveis e holocentrados: “abaixo o mito da igualdade, viva a diferença!”

A educação contemporânea deve ser destinada a suprir as necessidades dos habitantes do mundo no Século XXI; e, consequentemente, deve se pautar pela compatibilidade com os axiomas paradigmáticos contemporâneos, prevalecendo a dinâmica da velocidade das informações, do conhecimento, das mudanças e das profissões emergindo e submergindo em alta velocidade no mundo digital.

Noergologia corrige os erros mecanicistas responsáveis pelos mitos pitorescos da Desigualdade e da Igualdade. Agora não somos nem iguais e nem desiguais. Somos únicos e irrepetiveis em tudo – no genoma, na impressão digital, nas criações perceptivas cerebrais. Abaixo a desigualdade ou a igualdade. Viva a diferença.

 

RETROSPECTIVA DA ESCOLA EM TRÊS TEMPOS:

  • A Escola mecanicista presencial com professor dando aula para aluno com quadro negro, giz, mimeógrafo, retroprojetor, videocassete, documentários em CD, em DVD, Suncrotape, computador, notebook, projetor, HDMI
  • O mesmo modelo Professor x Aluno com tecnologias como tablet, internet, celular.
  • A Escola na Velocidade do Pensamento, cujas características são: a) educação autógena; b) professor ótimo é aquele que em menos tempo liberta completamente o aluno para não mais precisar de professor; c) na educação autógena permanente é crucial saber filtrar informações com técnicas de análise paradigmática; d) as profissões deverão ser ensinadas pelos próprias corporações, aliando conhecimento e interesses profissionais o que vai diminuir a prática recorrente de fraudes científicas utilizadas hoje como armas de proteção profissional.

 

MODELO EDUCACIONAL NOERGOLÓGICO DA A ESCOLA NA VELOCIDADE DO PENSAMENTO

O atual sistema educacional mecanicista á incompatível em grau máximo com a velocidade de informações, conhecimentos e profissões emergindo e submergindo. Veja um dentre centenas de exemplo do que está acontecendo recorrentemente: O U.S. Bureau of Labor Statistics relaciona profissões em fase de extinção até o ano de 2022: carteiro, agricultor, leiturista de medidor, comissário de bordo, repórter de jornal impresso, agente de viagens, lenhador, operador de perfurador, fiscal de imposto, operador de gráfica.

Oxford relaciona 32 profissões ROBOTIZÁVEIS num curto prazo: Analista de crédito, analista de;  orçamento e d segurança da informação, arquivista, assistente de crédito, professor auxiliar, assistente jurídico, atuário, auxiliar de estacionamento, bibliotecário, caixa, cartógrafo, contador tributário, cozinheiro de lanchonete e restaurante, engenheiro de hardware, escrivão, estatístico, garçom, juiz, motorista, operador de telemarketing, professor não universitário, programador de computadores, projetista de arquitetura e  de eletroeletrônicos, taxista, vendedor de seguro, vendedor de varejo.

Em maio de 2015, uma fábrica chinesa substituiu 90% dos empregos por robôs. Estima-se que metade dos empregos da União Europeia sejam robotizados em uma década.

Algumas profissões de 2010 sequer existiam em 2003: analista de redes sociais; personal trainer de zumba; arquiteto de dados; Personal Noerobica® Brain Trainer. Comece a pesquisar e você vai encontrar mais dados confirmatórios. Ou seja, a escola mecanicista brasileira centralizada num único órgão, numa única ementa é uma aberração!!!!

Será que uma lei ou um forte movimento popular ou sindical proibindo o progresso ou até mesmo tornando-o ilegal poderia mudar o rumo da história!

Existe uma única maneira de evitar o progresso: dizimar 100% dos seres humanos. Porém, se escaparem dois ou três, o estrago está feito: 75% da nossa incrível máquina cerebral busca a inovação e apenas 25% administra a monotonia e a permanência.

Nada detém o progresso. Nem fogueiras condenando à morte os precursores do progresso. O mundo está mudando com grande velocidade mesmo que você não saiba ou não queira. O grande culpado é o cérebro humano, particularmente o hemisfério direito.

Revoluções de paradigma não acontecem abruptamente; sempre gradualmente. Iniciam sempre com um pioneiro, prosseguindo com duas ou três pessoas que formam o grupo dos pioneiros. Na sequência vai se espalhando gradativamente. Como a internet veio turbinar a velocidade provocada por bandos, a celeridade das revoluções paradigmáticas atualmente é amplificada.

Lembrando a primeira TV colorida barriguda vendida no Brasil foi destaque no noticiário daquele histórico dia. Hoje está em todo lugar. Telefones eram caríssimo e raros como consequência direta da administração centralizada típica do mecanicismo. O mal não era ser estatal. Era ser monopólio, esta praga mecanicista que inferniza a vida na política (ditadura disfarçada de democracia) ou nos produtos (monopólios públicos ou privados).

A pulverização dos telefones democratizou e aperfeiçoou a telefonia.  Basta a educação ser descentralizada, desmonopolizada que o fenômeno vai se repetir.

Viviane Senna defende levar o Sec. XXI para a sala de aula.

É uma ótima medida de transição: fixe no binóculo que a necessidade do espaço físico em determinado lapso de tempo era uma exigência do paradigma mecanicista. E também uma necessidade.

Conhecimento, profissões e informações eram estáveis.  Hoje, são descartáveis.

Diplomas exigem prazo de validade cada vez menor.

Na educação mecanicista, o livro e o professor estavam espacialmente, fisicamente lá naquele local. Hoje o professor, o livro, o conhecimento e a dinâmica das informações estão em todos os lugares. Portanto, para o paradigma da Noergologia o local da aula é o largo mundo que habitamos e o tempo é monitorado individualmente.

Por isso, Noergologia defende levar a sala de aula para o Século XXI, porém, tomando a cautela de jogar fora o modelo mecanicista do conhecimento pronto e acabado e centralizado que acabou.

Como a dinâmica dos ciclos históricos se repete sem voltar para trás, relato pequena história que ocorreu comigo e com milhares de brasileiros.

Em 1962 ninguém conseguia emprego decente sem diploma de datilógrafo. Eu trabalhei numa multinacional de máquinas de escrever, tive uma empresa do ramo e comprei meu primeiro imóvel negociando máquina de escrever. Na época, o sindicato forte era o sindicato dos datilógrafos. Seria loucura dizer que o poderoso sindicato dos datilógrafos fecharia, venderia a sede e a profissão desapareceria. Foi assim que tudo aconteceu.

 

POLÍTICAS MACRO DA ESCOLA NA VELOCIDADE DO PENSAMENTO

 

  • O passo inicial é estancar completamente qualquer investimento no atual modelo de ensino mecanicista, que pode ficar muito pior se nele mais dinheiro for aplicado. E simplesmente transplantá-lo para o EAD pode virar epidemia letal.
  • Governantes nunca devem adotar um único modal pedagógico, mas sim vários modais simultaneamente.
  • O aluno do Sec. XXI deve ser preparado para um mundo onde a única permanência cultural e profissional é a mudança. Nem professor e nem aluno sabem que profissões existirão daqui a cinco anos.
  • Além disso, o aluno precisa se preparar para exercer várias profissões no decorrer da sua vida, porque a sua profissão inicial pode desaparecer.
  • Fica fácil concluir que a educação ideal auxilia o aluno a: 1- adquirir conhecimento autógenamente; 2 – filtrar informações; 3 – se antecipar às tendências do mercado, adquirindo velocidade na mudança de foco de pesquisa e de atividade profissional.
  • São elementos vitais para a Escola na Velocidade do Pensamento: a) Despadronização, desconcentração, pulverização da educação em diversas: ementas, modais pedagógicos, canais de ensino; entidades e agentes educacionais; b) Quebrar o monopólio mecanicista da reprodução da mesma idêntica ementa matricial, centralizada num único órgão macro, transitando na contramão do atual cenário onde profissões emergem e outras submergem em curto espaço de tempo; c) romper a vinculação unificada de funcionários da educação vinculados a um único mesmo órgão macro centralizado, seja o estado, a federação, o município ou outro sistema de monopólio concentrador de educação, seja público, seja privado.

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